O Minist�rio de Minas e Energia (MME) informou que as medidas de apoio ao setor sucroenerg�tico "permanecem em estudos no �mbito do governo", n�o confirmando, portanto, declara��es dadas no final de semana pelo deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), de que uma solu��o j� havia sido conclu�da. De acordo com Jardim, que integra a Frente Parlamentar da Agropecu�ria (FPA), uma das bases de apoio do presidente Jair Bolsonaro, o acordo j� havia sido fechado com o governo e consistiria nos aumentos da Contribui��o de Interven��o de Dom�nio Econ�mico (Cide) e da al�quota de importa��o da gasolina, combust�vel que concorre com o etanol.
A Cide, segundo Jardim, iria para R$ 0,30 por litro, aumento de R$ 0,20 no valor atual e mesmo patamar praticado entre 2004 e 2008 no Pa�s. Desde 2015, a Cide custa R$ 0,10 por litro ao consumidor.
As declara��es de Jardim provocaram cr�ticas dos importadores de combust�veis l�quidos, que veem na decis�o um movimento prejudicial ao consumidor brasileiro, que deixaria de ser beneficiado pelo baixo pre�os praticados atualmente no mercado internacional.
Hoje, a al�quota de importa��o da gasolina � zero, e passaria para 15%, segundo o deputado.
Com o isolamento social imposto pela pandemia do novo coronav�rus covid-19, as vendas do etanol nos postos de abastecimento despencaram cerca de 80%, enquanto da gasolina ca�ram pela metade.
Os dois combust�veis concorrem nos postos de abastecimento de todo o Pa�s.
Publicidade
ECONOMIA
MME nega acordo para setor sucroenerg�tico e diz que apoio permanece em estudo
Publicidade
