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Estado de Minas ECONOMIA

Imobili�rias miram fintechs e crescem em cr�dito e seguro


11/09/2021 17:00

A simbiose entre os setores imobili�rio e financeiro est� aumentando com a transforma��o digital. O movimento abriu novas possibilidades de oferta de cr�dito, seguro e outros produtos dentro das plataformas de compra, venda e loca��o de im�veis. O estreitamento dos la�os est� em alta, como indicam transa��es recentes. A Loft comprou tr�s fintechs - CrediHome, CredPago e InvesteMais - enquanto o QuintoAndar fez a aquisi��o da uma outra, a Atta.

Os bancos tradicionais tamb�m est�o no jogo. O Santander fechou nesta semana a compra do marketplace imobili�rio Ap�11. A Lopes e a Brasil Brokers refor�aram apostas em subsidi�rias que funcionam como fintechs e j� respondem por metade de suas receitas. E a incorporadora Cyrela est� ampliando a CashMe, que oferece linhas de cr�dito n�o exploradas pelos grandes bancos.

"Existe um movimento de �fintequiza��o� de v�rias opera��es: com as empresas de v�rias �reas oferecendo servi�os financeiros", diz o presidente da Associa��o Brasileira de Fintechs (ABFintechs), Diego Perez. "A ideia � que o consumidor possa comprar o bem e acessar o produto financeiro em um s� lugar." No setor imobili�rio, essa intera��o faz sentido porque a rela��o envolve bens de alto valor que geralmente demandam financiamento.

As fintechs adquiridas pela Loft, por exemplo, oferecem financiamento e op��es de aluguel sem fiador - o que complementa a atividade principal de compra, venda e aluguel.

O Ap�11, comprado pelo Santander, usa an�lise de dados e intelig�ncia artificial para conectar vendedores a compradores de im�veis, servindo de "isca" para produtos banc�rios. "A imobili�ria funciona como um originador de clientes para os servi�os financeiros", diz Bruno Loreto, s�cio da Terracotta Ventures, especializada em startups imobili�rias.

A Terrecota � s�cia da EmCasa, rival da Loft e do QuintoAndar. A pr�xima aposta do grupo ser� em uma "fintech pura" do ramo imobili�rio. "Estamos em negocia��o para entrar em uma empresa de home equity (cr�dito pessoal com im�vel como garantia). Esperamos anunciar em breve", diz Loreto.

Dentro de casa

A imobili�ria Lopes foi pioneira no setor financeiro. Em 2007, fundou a CrediPronto, parceria com o Ita� para concess�o de cr�dito imobili�rio que hoje tem uma carteira de R$ 10 bilh�es. A Lopes recebe comiss�o por cliente encaminhado para o financiamento, al�m de parte do lucro gerado pela carteira. Hoje, 47% de sua receita consolidada v�m da CrediPronto. "� a menina dos olhos da companhia", afirma Matheus Fabricio, diretor de rela��es com investidores da Lopes.

A Brasil Brokers montou opera��o semelhante. Em 2017, a empresa criou a subsidi�ria CrediMorar, que assume a burocracia e deixa tudo pronto para o comprador de im�vel assinar contrato de financiamento com o banco. O Bradesco � o principal parceiro, mas Santander e Ita� tamb�m participam.

A Brasil Brokers ganha uma comiss�o por contrato fechado, o que j� representa uma bolada no seu balan�o. A CrediMorar gera cerca de R$ 10 milh�es por m�s em receita, cerca de metade do faturamento consolidado da imobili�ria.

J� a Cyrela apostou em uma opera��o totalmente nova, sem depend�ncia de seus clientes para gerar novos neg�cios. Fundada h� tr�s anos, a CashMe concede empr�stimos para neg�cios imobili�rios pouco ou nada atendidos pelos bancos. Entram a�, por exemplo, home equity, cr�dito para constru��o e linha para aquisi��o de pain�is solares. As informa��es s�o do jornal O Estado de S. Paulo.


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