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Estado de Minas

J�ri de integrante do Bando da Degola entra na fase final

Na tarde desta segunda-feira foi iniciada a fase de argumenta��o. Defesa diz que r�u foi coagido pelo l�der do bando, Frederico Flores, mas acusa��o contesta. Pela manh�, Arlindo Soares Lobo foi interrogado


postado em 15/07/2013 13:42 / atualizado em 15/07/2013 15:19

(foto: Marcelo Sant'Anna/EM DA Press)
(foto: Marcelo Sant'Anna/EM DA Press)

O j�ri do estudante de direito Arlindo Soares Lobo, acusado de integrar o Bando da Degola, entrou na fase final na tarde desta segunda-feira. O juiz determinou um intervalo depois de quase tr�s horas de interrogat�rios ao r�u e no retorno iniciou-se a fase da argumenta��o de defesa e acusa��o. O promotor Francisco Santiago falar� por 1h30 e o advogado Marco Ant�nio Siqueira ter� o mesmo tempo. O representante do Minist�rio P�blico ainda n�o decidiu se far� a r�plica e o julgamento pode acabar antes do anoitecer.

Arlindo � acusado com mais sete pessoas de manter em c�rcere privado e matar os empres�rios Fabiano Ferreira Moura, de 36 anos, que levou 20 facadas, e Rayder Santos Rodrigues, de 39, que foi estrangulado. A sess�o ocorre no 2º Tribunal do J�ri de Belo Horizonte, no F�rum Lafayette, e come�ou por volta de 9h com a escolha do Conselho de Senten�a e leitura do processo.

�s 9h55 o juiz come�ou a interrogar o r�u. O magistrado pendiu para que ele relatasse como conheceu Frederico Flores, apontado como l�der do Bando da Degola e que comandou a trama criminosa contra os dois empres�rios. O juiz pediu detalhes de como foram os dias de cativeiro e o momento da morte das v�timas.

Os crimes foram em 7 e 9 de abril de 2010, em um apartamento no Bairro Sion, Regi�o Centro-Sul de Belo Horizonte. Para dificultar a identifica��o, o grupo decapitou e retirou os dedos das v�timas, que foram enroladas em lonas pl�sticas e queimadas numa estrada de terra de Nova Lima, regi�o metropolitana. As cabe�as e os dedos n�o foram encontrados.

Coa��o � ponto pol�mico

O promotor seguiu com o interrogat�rio, logo ap�s o juiz. Santiago tenta derrubar um argumento da defesa de que o estudante de direito foi coagido pelos outros membros do bando, principalmente por Frederico Flores. O promotor perguntou ao r�u o motivo pelo qual n�o denunciou as amea�as � pol�cia para tentar se livrar. O acusado relatou que Flores mudou de comportamento durante o tempo em que conviveram. Disse ainda que foi amea�ado com arma e n�o denunciou porque Flores andava sempre cercado de policiais.

O defensor de Arlindo fez perguntas tamb�m direcionadas � poss�vel coa��o de Flores sobre o r�u. Ele contou uma situa��o em que o estudante de direito urinou nas cal�as por causa do medo que tinha de Flores. Depois das perguntas do advogado, a sess�o do j�ri foi suspensa para intervalo e est� marcado o retorno para 13h40.

Arlindo responde por homic�dio qualificado, extors�o e destrui��o e oculta��o de cad�ver, al�m de forma��o de quadrilha. O ex-policial militar Renato Mozer � o �nico r�u j� condenado no caso. Ele pegou 59 anos de pris�o, em senten�a proferida em 2011.


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