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Estado de Minas

Azeredo diz que placar apertado abre margem para ser inocentado no STJ

Ex-governador considerou o resultado injusto, mas destacou a diverg�ncia entre os desembargadores sobre seu caso


postado em 25/04/2018 07:32 / atualizado em 25/04/2018 09:57

O ex-governador espera reverter o resultado em instâncias superiores(foto: Jair Amaral/EM/D.A Press - 22/5/17)
O ex-governador espera reverter o resultado em inst�ncias superiores (foto: Jair Amaral/EM/D.A Press - 22/5/17)

Um resultado “injusto”, controverso e que lhe permite o direito de recorrer a uma inst�ncia superior. Assim considerou o ex-governador Eduardo Azeredo (PSDB) ao avaliar o resultado do julgamento da 5ª C�mara Criminal do Tribunal de Justi�a de Minas Gerais (TJMG), que por 3 votos a 2, rejeitou os recursos da defesa dele.

“� um julgamento injusto, mas me consola ver que dois dos desembargadores viram que n�o h� nenhuma culpabilidade minha, n�o h� nenhuma culpa minha”, declarou Azeredo ao Estado de Minas na noite desta ter�a-feira (24).

O objetivo da defesa no julgamento de ontem era anular a condena��o a 20 anos e um m�s pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro. O tucano � acusado de ter desviado R$ 3,5 milh�es em recursos de tr�s estatais mineiras para sua campanha � reelei��o em 1998. Azeredo teve a condena��o confirmada pela 5ª C�mara Criminal do TJ em agosto de 2017.

“Dois desembargadores n�o viram nenhuma forma – nenhum motivo de apenar. H� uma controv�rsia. O placar de 3 a 2 mostra isso com clareza. Com um resultado desse tenho que recorrer. Vou apresentar os embargos porque em uma decis�o pol�mica, com controv�rsia, tenho direito a isso.Tenho ainda direito a recorrer ao STJ, para (julgar) o m�rito”, comentou o ex-governador.

A defesa do ex-governador informou que j� recorreu tamb�m ao STJ. Azeredo disse que mant�m a confian�a de que ainda vai conseguir resultado favor�vel. “Estou triste, porque � um julgamento injusto. Agora, continuo confiante. Ao final – como bem demonstra os placares, 5 a 3 para abrir o processo, depois 2 a 1 no primeiro julgamento e 3 a 2 no segundo julgamento, poderemos ver que n�o � uma quest�o definida”, salientou Azeredo, lembrando que “se fosse 3 a 0 ou 5 a 0” seria diferente.

O tucano voltou a se defender das acusa��es, lembrando que “o julgamento mostrou a divis�o clara entre os desembargadores. Efetivamente, n�o existe nenhuma prova l� (no processo) contra mim. As 25 testemunhas arroladas pelo Minist�rio Publico me inocentaram”. O ex-governador lembrou ainda que n�o teve nenhum proveito pessoal no processo em que � acusado, que teve motiva��o eleitoral, sem liga��o com a Opera��o Lava-Jato. “� um processo eleitoral, n�o tem nada a ver com a Lava-Jato ou com mensal�o. N�o teve nenhum benef�cio pessoal pra mim. N�o enriqueci na vida p�blica”’, declarou.

Embora n�o tenha dito diretamente, Eduardo Azeredo afirmou que entende que a pris�o do ex-presidente Luiz In�cio Lula da Silva, ocorrida no �ltimo dia 7, interferiu na sua condena��o pelo TJMG. “Vivemos um per�odo de ca�a �s bruxas, sim, n�o h� d�vidas. N�o quero nominar, mas o per�odo que o Brasil vive � um per�odo realmente de �dio, de as pessoas desejarem o pior para os outros”, comentou.


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