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SUS: estudo avalia uso de cateter e outros dispositivos em UTIs p�blicas
Por meio do PROADI-SUS, a Benefic�ncia Portuguesa (SP) esclarece os motivos das infec��es e melhor forma de tratamento a pacientes internados no SUS
O estudo, chamado de Infec��o SNC, � pioneiro e tem previs�o de conclus�o para dezembro de 2023
Reprodu��o/Internet
Est� em andamento em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) de hospitais p�blicos e filantr�picos de todo o Brasil um novo estudo para avaliar a incid�ncia e o perfil dos pacientes acometidos por infec��es do sistema nervoso central (SNC) e que precisam usar cateter e/ou dispositivos de monitoramento da press�o intracraniana invasiva. A iniciativa, chamada de Infec��o SNC, faz parte da plataforma colaborativa de pesquisa Impacto MR, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema �nico de Sa�de (PROADI-SUS), do Minist�rio da Sa�de, e � conduzida pela Benefic�ncia Portuguesa de S�o Paulo.
Ao todo, 500 pacientes adultos, de 30 UTIs de todo o Brasil, ser�o acompanhados durante a interna��o com o objetivo de identificar as caracter�sticas das infec��es relacionadas a esses dispositivos.
Ao integrarem ao estudo – chamado de Infec��o SNC –, os participantes s�o divididos em dois grupos de monitoramento diferentes, de acordo com o tipo de dispositivo utilizado, cateter ou outro. Al�m disso, ap�s seis meses de alta, ser�o contatados via telefone para continuidade do tratamento.
Para garantir a pr�tica do cuidado, os profissionais dos hospitais participantes recebem um Manual Operacional, documento desenvolvido pelos t�cnicos do PROADI-SUS para leitura dos prontu�rios de maneira mais adequada, dando subs�dio �s decis�es m�dicas para o tratamento e avalia��o cont�nua, baseada em metodologias como a da Escala de Rankin, que avalia o n�vel de incapacidade funcional ou depend�ncia desses pacientes.
Os fatores de risco
“A melhor compreens�o dos fatores de risco que levam �s infec��es � uma demanda urgente em todos os pa�ses do mundo e, a partir desse projeto, n�o s� o SUS, mas toda a comunidade m�dica e cient�fica internacional ir� se beneficiar. Ap�s conclu�do, vamos ter uma maior clareza sobre os cen�rios mais prop�cios para a contamina��o e, dessa forma, agir mais assertivamente no cuidado dessas pessoas para salvarmos cada vez mais vidas”, explica Juliana Chaves Coelho, coordenadora da iniciativa.
O estudo � pioneiro e tem previs�o de conclus�o para dezembro de 2023. Ap�s o seu encerramento, os resultados ser�o submetidos ao Minist�rio da Sa�de para embasamento de pol�ticas p�blicas, bem como para fazer uma estimativa de custos do tratamento no SUS.
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