Warning: mkdir(): No space left on device in /www/wwwroot/lugardafinancas.com/zhizhutongji.php on line 51
Tratamento dent�rio na gravidez: mitos x verdades - Sa�de - Estado de Minas-lugardafinancas.com (none) || (none)
Publicidade

Estado de Minas CONTA-GOTAS

Tratamento dent�rio na gravidez: mitos x verdades


postado em 24/11/2019 04:00 / atualizado em 22/11/2019 19:35

(foto: Pixabay )
(foto: Pixabay )


J� foi comprovado que o estado de sa�de bucal da m�e afeta diretamente o beb� e esse assunto acaba sempre gerando muitas informa��es, algumas delas falsas, a respeito do tratamento. A professora Carolina Dolabela, coordenadora estrat�gica do curso de odontologia do UniBH, explica alguns mitos e verdades que costumam ser ditos sobre a sa�de bucal das gr�vidas. Confira:

– Os dentes da mulher gr�vida ficam mais fracos, por dividir o c�lcio com o beb�.
Mito. Os nove meses de gesta��o n�o s�o suficientes para descalcificar a denti��o da mulher. Mas � importante manter uma dieta balanceada, com quantidades adequadas de c�lcio para ela e a crian�a, investindo em alimentos como leite, queijo, tofu, espinafre, iogurte, couve e gr�o-de-bico.

– A gesta��o favorece o surgimento de c�ries.
Verdade. Por causa das altera��es hormonais, o fluxo da a��o protetora da saliva � diminu�do e as gr�vidas passam a comer um pouco mais, gerando mais acidez na boca e facilitando a desmineraliza��o dos dentes e a forma��o de c�ries. Assim, � preciso cuidado redobrado, pois as bact�rias podem acessar o sistema circulat�rio e se fixar na placenta, provocando partos prematuros e perda de peso do feto.
– Gr�vidas n�o podem fazer radiografia da boca.
Mito. Nos exames odontol�gicos, o n�vel de radia��o ao qual elas estar�o expostas � baixo, n�o trazendo nenhum risco para a m�e ou o beb�. Basta lembrar sempre de utilizar os coletes protetores de chumbo e ter o m�ximo de cautela, principalmente nas regi�es pr�ximas ao feto, como o abd�men.

– Gr�vidas n�o podem tomar anestesia.
Mito. Hoje, no mercado, j� existem op��es especiais dispon�veis para essa situa��o. S�o anest�sicos sem vasoconstritores, que n�o cont�m subst�ncias que comprimem os vasos sangu�neos, podendo, assim, ser usados por gestantes. Vale ressaltar que, ainda assim, esse medicamento s� deve ser usado em situa��es emergenciais, pois, eventualmente, ultrapassam a barreira placent�ria e causam descolamento e altera��es no feto.

– O aumento na produ��o de horm�nios favorece a gengivite.
Verdade. As varia��es hormonais promovem uma dilata��o dos vasos sangu�neos. Isso provoca uma resposta exagerada dos tecidos gengivais, aumentando o risco de transtornos na regi�o. Assim, as gengivas ficam menos protegidas e com menor capacidade de regenera��o.


(foto: Shutterstock/Divulgação )
(foto: Shutterstock/Divulga��o )
Mantenha a sa�de auditiva
Ter uma audi��o de qualidade � essencial para o cotidiano do ser humano, tanto para o relacionamento interpessoal quanto para manter o indiv�duo conectado com o mundo exterior. Por isso, a audiometria se faz indispens�vel na preven��o, diagn�stico e tratamento de problemas auditivos. Quanto mais cedo a perda auditiva for identificada, melhores ser�o os resultados. A audiometria � realizada pelo fonoaudi�logo para medir a capacidade de uma pessoa para ouvir diferentes sons, tons ou frequ�ncias. “O exame � feito com fones de ouvido, em cabine ac�stica, e identifica poss�veis altera��es auditivas. A audiometria fornece informa��es como o tipo (onde est� localizada a les�o) e o grau de perda auditiva, que s�o informa��es fundamentais para determinar o tipo de tratamento mais indicado”, explica a fonoaudi�loga Erica Bacchetti. Na maioria dos casos, o exame � solicitado quando o paciente se queixa de dificuldade de ouvir os sons com nitidez. No entanto, a audiometria tamb�m � indicada para pessoas que n�o apresentam sinais de problemas auditivos, mas atua como forma preventiva. Por meio do exame � poss�vel detectar precocemente poss�veis altera��es no sistema auditivo.


(foto: Doutíssima/Reprodução da internet )
(foto: Dout�ssima/Reprodu��o da internet )

Metade dos cinquent�es sofrem de calv�cie
“Cinquanta por cento dos homens aos 50 anos de idade s�o calvos, em menor ou maior grau. A calv�cie ou alopecia androgen�tica, como tamb�m � denominada, est� associada aos horm�nios masculinos, particularmente � testosterona, mas tamb�m tem origem gen�tica – correspondendo a 90% dos casos. J� a alopecia areata est� relacionada a outros fatores al�m da hereditariedade, como doen�as autoimunes (vitiligo, hipertireoidismo, l�pus), estresse e quadros infecciosos”, esclarece o cirurgi�o pl�stico Andre Giannini, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Pl�stica e associado da Associa��o Brasileira de Cirurgia da Restaura��o Capilar (ABCRC). Embora a calv�cie n�o se apresente padronizada, ela tem sete graus em seu desenvolvimento, desde as famosas “entradas” at� apenas 20% do couro cabeludo preenchido por fios. Seja qual for o est�gio da condi��o, atualmente existem diversas t�cnicas e procedimentos eficazes para retardar, evitar ou devolver fios com o transplante capilar. “Costumo dizer que calv�cie n�o tem cura, tem tratamento”, descreve o cirurgi�o pl�stico. Ap�s realizar a consulta capilar, onde se pesquisam a hist�ria familiar paterna e materna de calv�cie e realizam-se exames cl�nicos e f�sicos espec�ficos, o m�dico especialista vai definir o tratamento mais assertivo, que pode ser cl�nico, cir�rgico ou ambos. Em caso de cirurgias, elas duram de oito a 10 horas, porque, como frisa Andr� Giannini, “o transplante capilar une ci�ncia e arte, � um trabalho meticuloso, artesanal, que envolve uma equipe bem treinada de at� sete profissionais no bloco cir�rgico e equipamentos de ponta para alcan�ar um resultado natural”.


(foto: Pixabay)
(foto: Pixabay)

Depois dos 40, a vista se cansa
Tamb�m conhecida como “vista cansada”, a presbiopia � um dist�rbio ocular que todo mundo vai ter, j� que est� relacionado � idade. Em geral, as pessoas come�am a sentir os primeiros sintomas a partir dos 40 anos. Isso ocorre porque o cristalino – uma esp�cie de lente natural do olho – tamb�m envelhece com o passar dos anos, ficando mais r�gido e opaco. No caso da presbiopia, a quest�o est� na flexibilidade dessa lente natural, que precisa se acomodar para focar a vis�o. Com o passar do tempo, os m�sculos respons�veis por esse movimento ficam fracos, resultando, assim, na dificuldade em focar objetos, especialmente os que est�o mais pr�ximos. Da� a necessidade de esticar o bra�o para conseguir visualizar o que est� perto. Atualmente, h� diversas op��es de tratamento que devolvem a qualidade de vida ao paciente. Se o indiv�duo j� apresenta algum tipo de erro refrativo, como miopia ou astigmatismo, por exemplo, n�o h� necessidade de colocar ou tirar os �culos a todo instante ou, ainda, fazer uso de �culos com lentes multifocais, mas lan�ar m�o do uso de lentes de contato – que devolvem a liberdade para realiza��o de algumas atividades, como na pr�tica de atividades f�sicas ou mesmo um evento ou festa, em que a pessoa pode preferir n�o usar o acess�rio. A depender da faixa et�ria, � poss�vel ainda realizar a cirurgia para corre��o da presbiopia junto com a cirurgia de catarata – quando � implantada uma lente intraocular para substituir o cristalino que, no caso da catarata, fica opaco e duro.


receba nossa newsletter

Comece o dia com as not�cias selecionadas pelo nosso editor

Cadastro realizado com sucesso!

*Para comentar, fa�a seu login ou assine

Publicidade

(none) || (none)