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Estado de Minas

Ind�stria do petr�leo pede tratamento priorit�rio ao governo


postado em 07/06/2011 19:09

Representantes do setor de petr�leo e g�s se reuniram nestra ter�a-feira como o ministro do Desenvolvimento, Ind�stria e Com�rcio Exterior, Fernando Pimentel, para pedir agilidade do governo em promover a��es que favore�am o setor. O presidente da Federa��o das Ind�strias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Eduardo Eugenio Gouv�a Vieira, e o diretor-geral da Organiza��o Nacional da Ind�stria e do Petr�leo (Onip), Eloy Fern�ndez y Fern�ndez, apresentaram ao ministro um estudo sobre pol�tica industrial e oportunidades no setor de petr�leo e g�s.

Segundo Vieira, a ind�stria do petr�leo quer ter tratamento priorit�rio do Executivo e pede que as medidas previstas na publica��o Oportunidades e Desafios da Agenda de Competitividade para Constru��o de uma Pol�tica Industrial na �rea de Petr�leo: Propostas para um Novo Ciclo de Desenvolvimento Industrial sejam postas em pr�tica. “Entendemos que existe um estudo do governo que prev� desenvolvimento da pol�tica industrial.

Mas precisamos que o Executivo estabele�a normas e portarias para que as empresas do setor de g�s e petr�leo ganhe competitividade, fortalecendo o mercado que est� no pa�s”. O empres�rio destacou ainda que, com medidas de apoio, o setor pode gerar at� 2 milh�es de empregos.

O estudo apontou entraves e prop�s solu��es para que o pa�s potencialize os benef�cios gerados pelas novas reservas brasileiras no pr�-sal, analisando custos de equipamentos produzidos no Brasil, competitividade da ind�stria nacional e gargalos existentes. O levantamento destaca a voca��o exportadora do setor. “O extrativismo de um recurso natural – que � finito, por defini��o – acompanhado de pol�ticas modernas, orientadas ao mercado, pode favorecer a consolida��o de uma ind�stria que tenha por escopo o atendimento ao mercado global de �leo e g�s, ou seja, o volume de investimento local pode criar base para atender a uma demanda internacional”.

A an�lise aponta rumos para o crescimento da ind�stria do petr�leo no Brasil, com incentivos aos empreendedores nacionais por meio do “fortalecimento de empresas locais, orientadas a metas de desempenho de classe mundial, ou ado��o de mecanismos de incentivos com prazos de extin��o claramente definidos para minimizar o risco de perpetuar atividades ineficientes”.

A estimativa do setor � que a capacidade de compra dos pa�ses estrangeiros alcance US$ 400 bilh�es nos pr�ximos dez anos. Para o presidente da Firjan, o ministro ficou “impactado" com a capacidade que a ind�stria dos hidrocarbonetos tem para gerar empregos no pa�s.


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