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Estado de Minas

Inadimpl�ncia sobe em maio ante abril, diz Anfavea


postado em 06/07/2011 17:17 / atualizado em 06/07/2011 18:16

A inadimpl�ncia nas vendas de autom�veis no Brasil continua crescendo, apesar de ainda estar bem abaixo da inadimpl�ncia geral do mercado. Segundo dados divulgados na tarde de hoje pela Associa��o Nacional dos Fabricantes de Ve�culos Automotores (Anfavea), os dados mais recentes, referentes a maio, mostram que 3,6% dos clientes apresentaram atrasos superiores a 90 dias, ante 3,2% em abril. Em janeiro, o �ndice era de 2,6%.

"A inadimpl�ncia vem crescendo, mas o nosso setor ainda � o que tem um dos �ndices mais baixos do mercado. A m�dia geral � de 6 4%", afirma o presidente da Anfavea, Cledorvino Belini. Ainda de acordo com a Anfavea, as medidas macroprudenciais anunciadas pelo governo no final do ano passado para conter o consumo fizeram com que as vendas do setor � vista passassem de 32% no final do ano passado para 38% hoje. Em contrapartida, as vendas a prazo passaram de 68% a 62%.

A ind�stria automotiva brasileira encerrou o primeiro semestre deste ano com um saldo negativo entre suas importa��es e exporta��es de 140 mil ve�culos.

O volume � 350% maior que o registrado nos seis primeiros meses de 2010, quando o n�mero de importados havia superado as exporta��es em 40 mil unidades, conforme a Anfavea.

No semestre, as vendas de ve�culos no Brasil cresceu 10% em rela��o ao ano passado, totalizando 1,74 milh�o de unidades. "Esse crescimento foi sustentado pelas vendas dos importados, que avan�ou 38% no per�odo, enquanto a dos nacionais avan�ou apenas 3,9%", afirmou Belini.

No cen�rio mundial, com dados at� maio, o Brasil passou da quarta para a sexta posi��o entre os maiores mercados de vendas de autom�veis. "Fomos ultrapassados pela Alemanha e pela �ndia", afirmou o presidente da Anfavea.

A China � a l�der, com 7,9 milh�es de ve�culos comercializados, seguida pelos Estados Unidos (5,3 milh�es), Jap�o (1,6 milh�o), Alemanha (1,5 milh�o), �ndia (1,44 milh�o) e Brasil (1,43 milh�o). "A diferen�a do Brasil � pequena entre a Alemanha e a �ndia, mas o recuo � reflexo das medidas macroprudenciais do governo brasileiro, que restringiu o cr�dito e aumentou os juros neste ano", avalia o executivo.


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