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Estado de Minas

D�ficit nominal deve chegar a 4,5% do PIB em 2015, estima BC


postado em 30/01/2015 12:37 / atualizado em 30/01/2015 15:59

O chefe adjunto do Departamento Econ�mico do Banco Central, Fernando Rocha, previu nesta sexta-feira, 30, que o d�ficit nominal deve chegar a 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2015. No fechamento de 2014 ficou em 6,7% do PIB.

Questionado sobre se o governo temia que o Pa�s sofresse um downgrade de rating das ag�ncias de classifica��o de risco este ano, o t�cnico explicou que essa perspectiva n�o faz parte dos par�metros do BC. "N�o levamos em considera��o cen�rio de piora de rating do Pa�s", afirmou durante entrevista coletiva.

Endividamento

De acordo com Rocha, o resultado ruim do setor p�blico levou a um aumento do endividamento. A d�vida bruta atingiu o maior patamar da s�rie hist�rica do BC, iniciada em 2001, ao atingir 63,4% do PIB em dezembro de 2014. Isso significa um incremento de 0,4 ponto porcentual em rela��o a novembro e 6,6 pontos porcentuais acima de dezembro de 2013. A d�vida l�quida subiu 0,5 ponto porcentual de novembro para dezembro do ano passado e teve um incremento de 3,1 pontos porcentuais em rela��o a dezembro de 2013.



Rocha destacou que o aumento do endividamento � resultado do pior d�ficit prim�rio do setor p�blico consolidado para meses de dezembro desde 2008, quando o resultado negativo havia sido de R$ 20,95 bilh�es. No m�s passado, ficou negativo em R$ 12,894 bilh�es. A conta de juros e o resultado nominal em dezembro foram os piores da s�rie hist�rica do BC.

O resultado fechado de 2014 tamb�m foi muito ruim. Al�m de ser o primeiro d�ficit anual da hist�ria, o pagamento de juros foi o maior em valores nominais e o pior desde 2007 em rela��o ao PIB (6,11%). Em 2014, os gastos com juros representaram 6,07% do PIB. O d�ficit nominal em 2014 tamb�m atingiu os piores n�meros. "Qualquer que seja a m�trica, s�o os maiores d�ficits nominais registrados na s�rie hist�rica", disse Rocha.

Tend�ncia

De acordo com o economista, a tend�ncia de eleva��o do endividamento do setor p�blico deve continuar em 2015. A d�vida l�quida encerrou o ano passado em 36,7% do PIB, enquanto a bruta ficou em 63,4% do PIB.

Para este m�s, ele projetou que a d�vida bruta do governo geral v� ficar em 63,6% do PIB. Rocha tamb�m projetou que a d�vida l�quida do setor p�blico terminar� em 37,3% do PIB em janeiro. Para fazer as proje��es, o t�cnico levou em considera��o um c�mbio de R$ 2,58.

Para o ano, o economista previu uma d�vida bruta do governo geral de 65,2% do PIB. No caso da d�vida l�quida do setor p�blico, a estimativa ficou em 38,2% do PIB para 2015. Para fazer estas expectativas, o BC utilizou a hip�tese de super�vit fiscal de 1,2% do PIB e os demais par�metros, como IPCA, c�mbio, etc, as estimativas do mercado financeiro que constam da Focus.


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