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"Caminhamos para uma linha de independ�ncia nas decis�es monet�rias", diz economista da Fiemg.

Guilherme Le�o aposta em melhorias com Ilan Goldfajn � frente do Banco Central (BC)


postado em 17/05/2016 17:29 / atualizado em 17/05/2016 17:39

Guilherme Leão cita boletim Focus que prevê taxa Selic a 13% ao ano, no final de 2016(foto: Foto Jair Amaral/EM/D.A Press - 01/09/2009)
Guilherme Le�o cita boletim Focus que prev� taxa Selic a 13% ao ano, no final de 2016 (foto: Foto Jair Amaral/EM/D.A Press - 01/09/2009)
A ida de Ilan Goldfajn para a presid�ncia do  Banco Central (BC)  “� sinal de independ�ncia do �rg�o regulador do sistema banc�rio”, segundo avalia o economista da Federa��o das Ind�strias de Minas Gerais (Fiemg), Guilherme Le�o. Otimista com executivo � frente do BC, Le�o diz que o profissional tem alta capacidade t�cnica e experi�ncia em mercados financeiros. “Se houver um avan�o na linha de ajuste fiscal, haver� condi��es para a redu��o da taxa de juros e, consequentemente, da infla��o”, aposta.

Na manh� desta ter�a-feira (17), o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, anunciou Ilan Goldfajn para a presid�ncia do BC no lugar de Alexandre Tombini, que ficou quase seis anos no cargo. Goldfajn j� foi diretor de Pol�tica Econ�mica do BC no mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso(1995/2002) e no in�cio do governo Luiz In�cio Lula da Silva (2003/2010).


Para Guilherme Le�o, o novo presidente do BC tende a trazer uma melhora no cen�rio econ�mico, inclusive, em indicadores nacionais e internacionais. “Caminhamos  para uma linha de independ�ncia nas decis�es monet�rias. Ou seja, como o �rg�o est� focado no controle da infla��o, isso implica na independ�ncia na condu��o da melhora da taxa de juros”, avalia.


Ele ressalta ainda que, uma equipe formada por Meirelles no minist�rio da Fazenda, e Mansueto Almeida, na Secretaria de Acompanhamento Econ�mico,  h� uma expectativa positiva para o mercado. “Come�amos a ter sinais de que ser� poss�vel a flexibiliza��o das pol�ticas de taxas de juros. Temos um governo com capacidade pol�tica mais forte e isso implica em um potencial maior para o ajuste fiscal.” Le�o cita o boletim Focus que prev� o fechamento de 2016 com a taxa Selic a 13% ao ano. Hoje a taxa est� a 14,15% ao ano.


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