O presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Leonardo de Melo Gadelha, defendeu nesta quinta-feira a reforma na Previd�ncia Social, mas pediu que a popula��o n�o tenha “a�odamento” em procurar as ag�ncias do instituto. Segundo ele, as discuss�es no Congresso Nacional em torno da reforma ser�o feitas “com tempo”, com possibilidade de manifesta��o das partes interessadas.
"Se o cidad�o j� tem as condi��es objetivas para se aposentar hoje, ele continuar� tendo daqui a tr�s, a seis, nove, daqui a doze meses. Para esse cidad�o, n�o h� raz�o para a�odamento, n�o h� porque ele se antecipar em procurar uma ag�ncia nesse instante. Para ou outros, que v�o esperar ainda o resultado do que vai ser votado pelo Congresso Nacional, a orienta��o � exatamente a mesma”, disse.
Segundo Gadelha, at� o momento, n�o � poss�vel ter claro se o in�cio da discuss�o sobre a reforma da Previd�ncia fez com que aumentasse o movimento nas ag�ncias do INSS. “� dif�cil delimitar se houve um incremento em fun��o da proposta ou se a gente est� refletindo essa sazonalidade [no final do ano geralmente h� aumento nas ag�ncias] e ainda os impactos da greve do ano de 2015. Acho que a gente poder� ter um quadro mais claro no in�cio de 2107”, disse.
As declara��es de Gadelha foram dadas ap�s inaugura��o de uma ag�ncia do INSS no munic�pio de Vargem Grande Paulista, Regi�o Metropolitana de S�o Paulo. A abertura da ag�ncia integra o Plano de Expans�o da Rede de Atendimento que pretende ampliar o acesso dos assegurados aos servi�os previdenci�rios.
